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Distanciamento social e sustentabilidade estimulam uso das bikes

Startup líder em micromobilidade na América Latina espera crescer 60% em 2021

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 10 fev 2021, 15h34 - Publicado em 10 fev 2021, 18h32

Por conta do distanciamento social, muitos brasileiros têm trocado a lotação de ônibus e metrôs durante a pandemia pelas bicicletas que, além de compactas, não poluem o meio ambiente e ainda ajudam o ciclista a levar uma vida mais saudável.

Na comparação do quarto trimestre de 2020 com o do ano anterior, a startup Tembici registrou 15% de aumento no número de viagens. A empresa, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, fechou o ano com mais de 15 milhões de viagens realizadas com as bicicletas compartilhadas.

Agora, o objetivo é dobrar de tamanho em dois anos. Para isso, a empresa aposta na expansão do número de estações e acréscimo no número de bicicletas e e-bikes – os modelos elétricos. A expectativa é faturar 60% mais em 2021 e fechar o ano com ao menos 25 milhões de viagens. A Tembici é a operadora das bikes compartilhadas patrocinadas pelo Itaú, presentes em 10 cidades brasileiras, além de Santiago e Buenos Aires.

“Mantivemos nossa base de clientes durante a pandemia por meio de gratuidades para quem realmente precisasse sair de casa – como foi o caso dos profissionais da saúde – e, a partir daí, vimos uma mudança expressiva nos hábitos diários, principalmente após a recomendação da OMS para o uso de bicicletas para se deslocar na cidade, como forma de prevenir o contágio pelo coronavírus”, explica Tomás Martins, CEO e co-fundador da Tembici.

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