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Dilma e o ‘fair play’

Dilma Rousseff parecia estar antevendo a derrota que sofreria horas depois no Tribunal de Contas da União. Ou, talvez, ainda estivesse digerindo o tombo que levara pouco antes no Congresso. O fato é que, numa semana em que sofreu reveses consecutivos e em vários órgãos, a presidente usou discurso na abertura do Ano Olímpico para […]

Por Da Redação - Atualizado em 31 jul 2020, 00h20 - Publicado em 9 out 2015, 09h02
Dilma: espírito olímpico para aceitar a derrota

Dilma: espírito olímpico para aceitar a derrota

Dilma Rousseff parecia estar antevendo a derrota que sofreria horas depois no Tribunal de Contas da União. Ou, talvez, ainda estivesse digerindo o tombo que levara pouco antes no Congresso.

O fato é que, numa semana em que sofreu reveses consecutivos e em vários órgãos, a presidente usou discurso na abertura do Ano Olímpico para o Turismo, na quarta-feira, para uma saudação –não à mandioca, desta vez, mas ao “fair play”.

“Então em segundo lugar, nós também honramos o espírito olímpico com a cooperação e em terceiro, é a capacidade de aceitar a derrota quando ela chega”, discursou Dilma.

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Que prosseguiu: “Porque tem vencedores e perdedores, então, é o chamado fair play, que também a atividade esportiva ensina a cada um de nós, ter fair play”.

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