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Deputado do PSL é primeiro acusado no Conselho de Ética da Câmara em 2019

Coronel Tadeu (PSL-SP) vai responder por quebra de decoro por ter chamado Geraldo Alckmin de "assassino" de policiais, além de associá-lo ao PCC

Por Evandro Éboli Atualizado em 16 abr 2019, 16h24 - Publicado em 16 abr 2019, 06h00

A representação número 01 de 2019 do Conselho de Ética da Câmara já tem dono: vai para o deputado Coronel Tadeu (PSL-SP). O autor da ação é o PSDB. O aliado de Bolsonaro vai responder por quebra de decoro parlamentar por simplesmente ter chamado o ex-governador Geraldo Alckmin de “assassino”. De “assassino de policiais”. Além de associá-lo ao PCC.

O ataque do coronel a Alckmin ocorreu no dia 19 de março, na CCJ da Câmara. A frase inteirinha foi a seguinte:

“Um minuto é tempo suficiente para falar do assassino Geraldo Alckmin. Assassino de policiais.

Em 2006 fez um acordo com o PCC, maquiou números da criminalidade do Estado de São Paulo. Os policiais morrem. Morrem por culpa dele mesmo. que nunca pagou salário decente para a tropa”.

Para os tucanos, trata-se de uma calúnia que macula a honra do ex-governador. E também consideram injúria acusá-lo de associação criminosa com o Primeiro Comando da Capital.

O PSDB entende que o deputado do PSL exagerou no direito à liberdade de expressão e na imunidade de opinião assegurada aos parlamentares.

 

 

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