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Deputado vai ao STF para garantir eleição remota na disputa na Câmara

Mário Heringer (PDT-MG) vai à Justiça para ter o direito de votar à distância na eleição em fevereiro

Por Evandro Éboli Atualizado em 18 jan 2021, 17h14 - Publicado em 18 jan 2021, 17h16

O grupo de Arthur Lira (PP-AL) obteve nesta segunda uma vitória na Mesa Diretora da Câmara e a eleição para presidente da Câmara será presencial. Mesmo deputados do grupo de risco terão que comparecer, se quiserem votar.

Relator do caso nessa discussão de hoje, o deputado Mário Heringer (PDT-MG), contrariado, decidiu recorrer ao STF para que tenha o direito de votar à distância, de forma remota.

“Não vou votar com aquele monte de gente lá. Vou ao Supremo (STF) pelo meu direito de votar à distância. Uma boa parcela dos deputados assim prefere”, disse Heringer ao Radar.

Na discussão de hoje na Mesa, Soraya Santos (PL-RJ) e André Fufuca (PP-MA), que apoiam Lira, defenderam com ênfase a votação presencial.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que também foi contra, ironizou a situação e disse que durante a calorosa discussão só faltou os apoiadores de Lira exigirem o voto impresso.

Maia calcula que, se for mantida a votação presencial, cerca de 3 mil pessoas circularão pela Câmara, um local que não tem qualquer ventilação e com muitos corredores.

 

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