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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Depois da Covid-19, crise energética preocupa indústria do Rio, diz Firjan

Apesar do otimismo com fim da Pandemia, momento ainda é de cautela

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 21 jul 2021, 19h24 - Publicado em 22 jul 2021, 16h30

O avanço da vacinação contra a Covid-19 por idades no Rio trouxe a esperança de que a crise econômica desencadeada pela paralisação das atividades pode estar perto do fim. 

Alguns empresários ligados à Firjan, a federação das indústrias do estado do Rio, contudo, temem que depois da pandemia duas novas situações possam prejudicar o andamento dos negócios: a crise energética e a escassez de insumos. 

Com os reservatórios de água das hidrelétricas em níveis historicamente baixos cresce a preocupação de uma crise energética para o ano que vem. 

Segundo o presidente do Conselho Empresarial de Assuntos Tributários da Firjan, Marcelo Kaiuca, há otimismo com o fim da pandemia, mas o momento ainda enseja cautela. 

“Quanto mais as pessoas estão se imunizando, mais a economia está andando, uma vez que a população volta a sair de casa e a gastar”, disse ele em entrevista publicada na revista Carta à Indústria, mantida pela Firjan.

Segundo Kaiuca, “a grande preocupação dos dirigentes envolve outros fatores que impedem a atividade de deslanchar, como a possível crise energética e a escassez de insumos”.

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