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DEM deve ganhar espaço no Ministério da Educação

Por ora, Ricardo Vélez fica no cargo

Por Monica Weinberg Atualizado em 18 mar 2019, 23h18 - Publicado em 18 mar 2019, 17h34

As últimas horas mudaram os ventos que sopravam fortemente contra o ministro Ricardo Vélez.

Sua situação parecia insustentável depois de medir forças com Olavo de Carvalho — o guru dos Bolsonaro que tem no Ministério da Educação um exército de olheiros zelando para que o pensamento do mestre seja o balizador das  decisões.

O que fez o presidente adiar por ora a demissão de Vélez foi a reforma da Previdência. Bolsonaro não quer um desgaste desta natureza no auge de delicadíssimas negociações.

Mesmo o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, notório desafeto de Vélez, apoiou sua sobrevida.

Os olhos se voltam agora para a escolha do número dois da pasta. Vélez chegou a anunciar Ioleni Silva, ex-diretora de um colégio batista, mas as costuras políticas neste momento são com o DEM.

O cálculo do governo é de que um agrado ao partido de Rodrigo Maia viria em boa hora. Enquanto os bastidores do poder estão em ebulição, nada anda no MEC.

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