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Delator diz que Witzel escondeu dinheiro vivo com Pastor Everaldo

Um dia antes de ter sido alvo de buscas da PF, governador teria dado pacote com R$ 15 mil a aliado para não ser flagrado com o dinheiro

Por Robson Bonin, Mariana Muniz Atualizado em 28 ago 2020, 10h17 - Publicado em 28 ago 2020, 08h42

Na delação premiada que fechou com a PGR, o ex-secretário de Saúde do Rio Edmar Santos revela que Wilson Witzel tentou se livrar de provas do propinoduto na Saúde um dia antes de a Polícia Federal ter realizado a primeira operação contra ele no Rio.

“Um dia antes da deflagração da Operação Placebo, o governador repassou 15.000 reais em espécie a Pastor Everaldo, o qual mostrou a quantia a Edmar, com receio, em tese, de que a PF encontrasse os valores nas buscas.  Trata-se de provável tentativa de esconder valores supostamente ilícitos, angariados em espécie, prática utilizada por grupos criminosos para evitar o rastreamento do dinheiro”, escreve Benedito Gonçalves na decisão em que afastou Witzel do cargo.

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