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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Defesa cobra do Itamaraty voo que repatriou diplomatas na Venezuela

Comando da Aeronáutica quer ressarcimento também de resgate de brasileiros no Peru, gasto de 1,7 milhão

Por Evandro Éboli - Atualizado em 3 jul 2020, 14h43 - Publicado em 3 jul 2020, 13h24

O Ministério da Defesa fechou recentemente a fatura da crise aberta pelo Planalto com a Venezuela, que levou à retirada emergencial de diplomatas em Caracas num voo da FAB: 1,1 milhão de reais. Foi em meados de abril.

A embaixada brasileira em Caracas foi fechada por ordem de Jair Bolsonaro e o voo trouxe todo pessoal diplomático e consular, seus dependentes, além de todo “material sensível” do Itamaraty.

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O estouro da Covid-19 fechou voos comerciais. Nos assentos vazios, o Itamaraty solicitou aos militares o embarque de cidadãos brasileiros que se encontravam retidos no território venezuelano e estavam com dificuldade em retornar por conta da pandemia.

A cobrança não para aí. O Comando da Aeronáutica quer do Itamaraty outros R$ 1,7 milhão pelo resgate de brasileiros em Cuzco, no Peru, em março.

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O nome desses dois voos é Missão Aérea de Apoio Externo.

O Itamaraty foi surpreendido com essa cobrança, R$ 2,8 milhões no total. A turma das Relações Exteriores vinha tratando como uma parceria com os militares.

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