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Decisão sobre Cunha foi tema da ‘festa da firma’ do STF

A decisão de deixar para fevereiro a decisão sobre o pedido do Ministério Público Federal para afastar Eduardo Cunha da presiodência da Câmara e do mandato foi discutida no jantar de confraternização dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Acredite-se ou não, os 11 ministros ainda tiveram disposição para realizar a “festa da firma” em meio […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h50 - Publicado em 17 dez 2015, 14h52
Teori: consultando os colegas

Teori: consultando os colegas

A decisão de deixar para fevereiro a decisão sobre o pedido do Ministério Público Federal para afastar Eduardo Cunha da presiodência da Câmara e do mandato foi discutida no jantar de confraternização dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Acredite-se ou não, os 11 ministros ainda tiveram disposição para realizar a “festa da firma” em meio ao tenso julgamento sobre o rito do processo de impeachment contra Dilma Rousseff e logo depois da bomba do pedido de Rodrigo Janot sobre Cunha.

O relator da Lava Jato, Teori Zavascki, aproveitou a rara reunião de todos os ministros em clima mais informal para consultá-los.

Alegou que não tivera tempo de ler as mais de 200 páginas do pedido de Janot, pois estava às voltas com o voto sobre a ADPF do impeachment e os pedidos de revogação das prisões de Delcídio do Amaral, André Esteves e companhia.

Afirmou, ainda, que o MPF listou uma série de fatos novos, que deveriam ser mais bem estudados.

A maioria dos ministros concordou com o entendimento de Teori. Alguns chegaram a opinar que o STF só deveria se pronunciar sobre o afastamento de Cunha quando fosse decidir sobre a aceitação ou não das denúncias contra ele –ainda sem data marcada na corte.

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