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Decisão do Paraguai complica combate ao contrabando de cigarros

Senado do país rejeitou aumento de imposto

O Senado do Paraguai rejeitou na quinta, 16, projeto que aumentava de 18% para 30% o imposto sobre cigarros produzidos no país.

A decisão complica ainda mais o combate ao contrabando, já que mantém muito baixo o preço do produto.

Contrabandistas compram pelo equivalente a 1,50 real o maço que, no Brasil, é revendido por 2,50 reais, metade do preço mínimo dos cigarros fabricados por aqui.

O país vizinho não ratificou um protocolo de eliminação do comércio ilícito de tabaco, que prevê o aumento da taxação como forma de desestimular o hábito de fumar.

Segundo o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, no ano passado o Paraguai produziu 62 bilhões de cigarros, mas consumiu ou exportou legalmente apenas 3,6 bilhões.

O resto foi para outros países de maneira clandestina. 

(por Fernando Molica)

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