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Cunha aposta que prisão de Fischer é a que mais assusta Cabral

Segundo o ex-todo poderoso, o ex-secretário sabe detalhes interessantes a respeito de nomeações no Judiciário

Por Gabriel Mascarenhas Atualizado em 29 nov 2017, 12h31 - Publicado em 29 nov 2017, 11h32

Como profundo conhecedor do submundo da política fluminense, Eduardo Cunha não teceu grandes comentários sobre as prisões de Jorge Picciani ou Paulo Melo, históricos aliados de Sérgio Cabral.

O ex-presidente da Câmara tem dito que a ida do ex-secretário da Casa Civil Régis Fichtner para a tranca, essa, sim, é a que deve ter provocado calafrios no ex-governador.

Segundo os relatos de Cunha, Fichtner conhece histórias interessantíssimas sobre as nomeações para o Judiciário feitas durante o governo Cabral.

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