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Credores e sócios querem que BTG designe interlocutor sobre Sete Brasil

A conversão da prisão de André Esteves de temporária em preventiva, o que torna indefinido o prazo para que o banqueiro saia da prisão, fez com que voltasse várias casas o já difícil acordo que estava sendo costurado para salvar a Sete Brasil. Esteves era o interlocutor único do BTG Pactual para esse tema. Petrobras, […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h59 - Publicado em 30 nov 2015, 17h10
Sete Brasil: sem Esteves, novo retrocesso

Sete Brasil: sem Esteves, novo retrocesso

A conversão da prisão de André Esteves de temporária em preventiva, o que torna indefinido o prazo para que o banqueiro saia da prisão, fez com que voltasse várias casas o já difícil acordo que estava sendo costurado para salvar a Sete Brasil.

Esteves era o interlocutor único do BTG Pactual para esse tema. Petrobras, os demais sócios e os credores não reconhecem no presidente da Sete Brasil, Luiz Eduardo Carneiro, nem no presidente interino do BTG, Persio Arida, autoridade para fechar um plano de recuperação da empresa.

Com isso, o mercado já não acredita que será possível implementar nem a readequação do plano inicial, com a redução de 28 para 15 sondas que teriam de ser entregues pela empresa.

Sócios e credores dizem que é vital que, com a mesma rapidez com que vem anunciando outras medidas de redução da crise, o BTG, detentor de 27% das ações da empresa, se posicione sobre quem será o responsável por continuar as conversas do plano de renegociação das dívidas e readequação dos investimentos.

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