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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Coronavírus suspende atos contra o golpe de 64, que serão virtuais

Manifestações serão virtuais e com fotos de desaparecidos políticos, flores e tecidos escuros nas janelas

Por Evandro Éboli - 26 mar 2020, 14h15

Atos de rua programados por grupos de familiares de mortos, desaparecidos e perseguidos pela ditadura para lembrar o 31 de março de 64, quando se deu o golpe militar no país, foram suspensos.

A razão é a epidemia do coronavírus.

Um desses atos é a “Caminhadas do Silêncio”, que ocorrem todo ano em várias capitais.

Mas para a data não deixar de ser lembrada, o Movimento Vozes do Silêncio promove uma vigília pela democracia e pelas vítimas da ditadura e da violência do Estado.

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Serão atos virtuais e com colocação de símbolos nas janelas, como fotos dos desaparecidos, flores, velas e tecidos escuros.

Nas redes sociais, serão usadas hashtags com as inscrições #lutonajanela, #56anosdogolpemilitar e #ditaduranuncamais.

Uma das organizadoras desses atos é a procuradora federal Eugênia Gonzaga, ex-presidente da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos.

 

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