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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Como a Ambev vem atuando contra a cultura machista no mercado

Mestres-cervejeiras já representam 50% do quadro de especialistas responsáveis por cada etapa de produção da companhia

Por Robson Bonin Atualizado em 25 mar 2021, 16h34 - Publicado em 5 mar 2021, 13h23

O debate sobre equidade de gênero nunca esteve tão forte no setor cervejeiro. Na Ambev, mudanças expressivas estão em curso em todas as áreas da companhia.

As mestres-cervejeiras, por exemplo, já representam 50% do quadro de especialistas responsáveis por cada etapa de produção, desde a seleção de ingredientes e criação de receitas, até a gestão dos processos de qualidade.

Às vésperas do 8 de março, no Dia Internacional da Mulher, foi escancarado que o machismo não está só incrustado nesse mercado de trabalho, mas também nos mecanismos de busca.

Ao colocar “Cervejeiro” na internet, encontramos o homem enquanto profissional dessa categoria, como o mestre-cervejeiro.

No caso das mulheres, essa realidade é bem diferente. As “Cervejeiras” são referenciadas como eletrodomésticos. A provação da Ambev leva os olhares para uma problemática, elevando o debate no caminho de mudança.

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