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Começou o embate

A Câmara amanheceu sob pressão por causa do debate sobre a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Até agora, já falaram o ministro Carlos Lupi, a favor da redução, e o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, contra. Assim como os representantes dos trabalhadores, o empresariado também mobilizou sua tropa para […]

Por Da Redação - Atualizado em 22 fev 2017, 13h29 - Publicado em 25 ago 2009, 13h02

A Câmara amanheceu sob pressão por causa do debate sobre a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Até agora, já falaram o ministro Carlos Lupi, a favor da redução, e o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, contra. Assim como os representantes dos trabalhadores, o empresariado também mobilizou sua tropa para pressionar os deputados.

Armando Monteiro e o deputado Paulinho da Força Sindical, principal representante dos trabalhadores, fizeram um acordo para evitar as hostilidades entre os dois grupos, que estão dividindo o plenário e as galerias. Para dar equilíbrio, o presidente da Câmara, Michel Temer, distribuiu 200 senhas para cada lado ocupar as áreas.

A ausência mais evidente nas hostes do empresariado é a de Paulo Skaf, da Fiesp. Pré-candidato ao governo paulista, o industrial evitou aparecer publicamente como opositor da redução da jornada, um tema evidentemente popular.

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