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Com fim da 2ª instância, STF coloca em liberdade médico que cobrava no SUS

O médico Emerson Algerio Toledo foi condenado por exigir de grávidas atendidas pelo SUS pagamentos pela realização de partos

Por Pedro Carvalho Atualizado em 6 dez 2019, 19h42 - Publicado em 6 dez 2019, 18h42

A decisão do STF de acabar com a prisão após segunda instância beneficiou não apenas o ex-presidente Lula, mas também um médico paulista que cobrava de mulheres ao fazer seus partos no SUS.

O médico Emerson Algerio Toledo, que atuava na região de Jales, cidade no interior de São Paulo, foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão, em regime fechado, por exigir de grávidas atendidas pelo SUS pagamentos pela realização de partos por cirurgias cesarianas.

Denunciado pelo MPF em 2012, o médico só foi preso em outubro deste ano, após recurso no Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Emerson chegou a ser preso, mas devido à mudança da jurisprudência do STF, ele foi colocado em liberdade em novembro

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