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Com 8.000 pacientes na fila de cirurgia, crise em Roraima se agrava

Estado vai aos poucos tornando-se uma bomba humanitária à espera de um detonador

Com apenas uma maternidade para atender uma população de 600.000 habitantes e uma fila de espera por cirurgias que chega a 8.000 pacientes, Roraima vai aos poucos tornando-se uma bomba humanitária à espera de um detonador.

Entre os políticos do estado, a solução encontrada para a crise foi criar uma CPI.

Como o Radar mostrou na semana passada, o vice-governador do estado, Frutuoso Lins, anunciou o rompimento formal com o governador Antonio Denarium, do PSL de Jair Bolsonaro, por causa da predileção do chefe do estado pelo agronegócio em detrimento do resto da população (leia mais em Guerra no governo de Roraima.

 

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  1. Otavio Tallarico

    Agradeçam à Dilma e ao Luladrão por dar apoio aos ditadores sanguinários Chavèz e Maduro. Foram eles todos que geraram esta crise humanitária, em que os pobres venezuelanos mais miseráveis tiveram que fugir do Paraíso-Bolivariano para não morrer de fome. Cadê a CNBB para aplaudir este “feito heróico” de Luladrão e Dilma-Poste?

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  2. Otavio Tallarico

    Agora a CNBB e a mídia toda (incluse este pasquim) vão colocar toda esta crise na conta do Bolsonaro.

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