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Colegas criticam presidente da comissão da reforma política

Deputada Renata Abreu virou assunto nos corredores da Câmara

Por Gabriel Mascarenhas 26 jun 2017, 13h40

Das coisas que só acontecem no Brasil, há duas comissões na Câmara formadas para debater a reforma política. Uma caminha pouco, a outra menos ainda.

Os trabalhos estão mais adiantados no colegiado presidido por Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), cuja relatoria está nas mãos de Vicente Cândido (PT-SP) e que trata do tema de forma mais abrangente.

Sobre a segunda, a  Comissão Especial sobre fim das coligações e instituição da cláusula de desempenho, mal se ouve falar. A presidente, Renata Abreu caiu na boca dos colegas.

Nos corredores, os membros da comissão atribuem a ela a falta de celeridade. A queixas passam por marcar reuniões no horário de votação no plenário, quando as comissões não podem funcionar, até incluir temas que já tramitam em outras colegiados.

As excelências dizem que a procrastinação tem por objetivo salvar a vida do partido da deputada, o Podemos. Isso porque os principais objetos de discussão do colegiado, a cláusula de desempenho e do fim das coligações, atinge em cheio as legendas menores, como a de Renata Abreu.

Os mais maldosos rebatizaram o Podemos de “Enrolemos”.

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