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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

CNJ: 8,1 mil presos provisórios deixaram a prisão na pandemia

Levantamento mostra que Judiciário ainda gasta mais energia liberando homens do que mulheres na crise

Por Robson Bonin - Atualizado em 30 jul 2020, 18h49 - Publicado em 9 jul 2020, 17h33

Dados do CNJ mostram que 8 100 presos provisórios foram mandados para casa nessa pandemia, entre março e maio. A razão que mais mobilizou o Judiciário a soltar presos provisórios durante a pandemia foi o não pagamento de pensão alimentícia.

Levantamento do CNJ identificou a adoção da medida em 23 unidades da federação. Já a liberação condicional de grávidas, mães ou responsáveis por crianças de até 12 anos que ainda respondem a processos foi detectada em apenas 13 unidades da federação.

Mais de 230.000 pessoas estavam presas no Brasil no final de 2019 sem terem sido condenadas, segundo dados do Depen.

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