Clique e assine com até 92% de desconto
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

CNBB, agora, critica projeto do canabidiol: “cadeia de consumo da maconha”

Entidade já havia condenado aborto de menina de 10 anos estuprada, classificado como "crime hediondo"

Por Evandro Éboli Atualizado em 18 nov 2020, 19h59 - Publicado em 4 set 2020, 11h23

Depois de condenar o aborto legal da menina de 10 anos estuprada pelo tio no Espírito Santo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) volta sua carga agora contra o projeto que autoriza o plantio da maconha para fins medicinais, mas proíbe essa atividade para pessoas físicas.

A entidade repete o argumento dos conservadores e do governo e acredita que a proposta cria um “ambiente para uma verdadeira cadeia de comercialização e consumo da maconha no Brasil” e desagrega a estrutura familiar.

Há duas semanas, o presidente da CNBB, dom Walmor de Oliveira, classificou a interrupção da gravidez de uma menina como “crime hediondo”.

A carta da CNBB defendendo a rejeição do projeto, que tramita numa comissão especial, foi enviada ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Continua após a publicidade
Publicidade