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Celulares, obras de arte, documentos… o pedido de busca contra Witzel

Ministro do STJ autorizou que Polícia Federal recolhesse material no Palácio Guanabara indicativos de corrupção e ocultação de bens

Por Mariana Muniz, Robson Bonin Atualizado em 28 ago 2020, 10h10 - Publicado em 28 ago 2020, 07h51

O mandado de busca e apreensão expedido pelo ministro do STJ Benedito Gonçalves contra o governador afastado do Rio, Wilson Witzel, dá a dimensão do que os agentes da Polícia Federal estão recolhendo das dependências do  Palácio Guanabara, sede do governo.

No documento, o ministro pede o recolhimento de documentos físicos e eletrônicos indicativos de associação entre investigados, como agendas, documentos e rascunhos, documentos que indiquem corrupção — contratos, decisões, notas fiscais, planilhas e recibos — e documentos que indiquem ocultação de bens: transferências bancárias, procurações, escrituras e promessas de compra e venda.

Além disso, Gonçalves determina que a PF busque mídias, HD externo, computadores, aparelhos telefônicos, valores em espécie maiores do que 10.000 reais e obras de arte de elevado valor. O mandado foi encaminhado ao delegado Felipe Alcântara no último dia 25.

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