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Cedraz faz ameaças e diz que não aceita ficar sem reeleição

O presidente do TCU, Aroldo Cedraz, reagiu mal a uma reunião em que ministros da corte sugeriram que ele abrisse mão de ser reconduzido ao cargo nesta quarta-feira por conta das citações a seu nome e ao do filho, Tiago Cedraz, na Operação Lava-Jato. Cedraz disse que não aceita ser prejulgado e que não há […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h58 - Publicado em 2 dez 2015, 10h17
Reeleito, mas com pouco poder

Impasse na recondução

O presidente do TCU, Aroldo Cedraz, reagiu mal a uma reunião em que ministros da corte sugeriram que ele abrisse mão de ser reconduzido ao cargo nesta quarta-feira por conta das citações a seu nome e ao do filho, Tiago Cedraz, na Operação Lava-Jato.

Cedraz disse que não aceita ser prejulgado e que não há bem inquérito instaurado contra ele ou o filho.

Fez ameaças genéricas em privado dizendo que conhece bem todos os membros do tribunal.

O nome de Tiago veio à tona em depoimento do dono da UTC, Ricardo Pessoa, que afirmou fazer pagamentos mensais de 50 mil reais  ao advogado para obter informações do TCU. O Ministério Público ainda desconfia que o filho do presidente poderia praticar tráfico de influência na corte de contas, uma vez que atuou em mais de uma centena de processos na casa.

Já Raimundo Carrero, também citado na operação, disse que aceitaria não ser reconduzido ao cargo de vice-presidente  até que sejam encerradas as investigações.

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