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Prisões em Alter do Chão cheiram a ‘perseguição’, diz integrante da OEA

Membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA comentou prisão de brigadistas

Por Mariana Muniz - Atualizado em 28 nov 2019, 17h51 - Publicado em 28 nov 2019, 17h49

Luis Ernesto Vargas Silva, membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, disse nesta quinta-feira que está faltando transparência no caso dos brigadistas presos sob a suspeita de terem causado incêndios no Pará.

“Cheira a perseguição a movimentos sociais”, escreveu o comissário em sua conta no Twitter.

Na terça-feira, a Polícia Civil do Pará prendeu preventivamente quatro ativistas de ONGs que atuam em Alter do Chão, em Santarém. Nesta quarta, o MPF em Santarém disse que os brigadistas e não estavam entre os suspeitos de terem causado queimadas numa área de proteção ambiental.

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