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Cármen Lúcia diz que lobista tem que depor na CPI da Pandemia

Ministra recusou pedido de habeas corpus de Marconny Faria, que deveria ter prestado depoimento na CPI nesta quinta

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 2 set 2021, 17h50 - Publicado em 2 set 2021, 17h48

A ministra do STF Cármen Lúcia indeferiu há pouco um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do lobista da Precisa Medicamentos Marconny Faria para que ele ficasse livre de comparecer à CPI da Pandemia. 

A defesa de Marconny argumentou que ele não poderia responder aos questionamentos da CPI por se tratar de pessoa investigada. A ministra entendeu que como ele foi chamado na condição de testemunha, ele deveria depor. 

O lobista deveria ter prestado depoimento à CPI nesta quinta, mas não compareceu. O comando da comissão chegou a acionar a polícia legislativa para buscá-lo coercitivamente, mas ele não foi encontrado em Brasília. 

“Convocado como foi o paciente naquela condição, tem o dever de comparecimento e de observância dos trâmites legais inerentes à convocação, sob pena de frustrar ou dificultar as atividades investigativas da Comissão Parlamentar de Inquérito”, disse a magistrada em sua decisão.   

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