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Cardozo já esperava o pior e fez saída calculada

José Eduardo Cardozo decidiu deixar o Ministério da Justiça porque já sabia o que estava por vir, com a delação premiada de Delcídio do Amaral e a operação realizada para colher evidências contra o ex-presidente Lula. No fim de semana antes de consumar a saída, Cardozo confidenciou a pelo menos duas pessoas que as coisas iriam se agravar e que “alguém grande” estava colaborando com […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h22 - Publicado em 5 mar 2016, 08h03

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José Eduardo Cardozo decidiu deixar o Ministério da Justiça porque já sabia o que estava por vir, com a delação premiada de Delcídio do Amaral e a operação realizada para colher evidências contra o ex-presidente Lula.

No fim de semana antes de consumar a saída, Cardozo confidenciou a pelo menos duas pessoas que as coisas iriam se agravar e que “alguém grande” estava colaborando com a Justiça.

Cardozo sabia que seria “execrado” pelo PT se ainda estivesse à frente da Justiça quando Lula fosse alvo direto da Lava-Jato. Além disso, se preocupava com o fato de Delcídio ter ido com muita  frequência ao Ministério da Justiça.

Tanto que fez uma “vacina” para o caso de o senador citá-lo, ao dizer em tom jocoso, em entrevista, que brincava com o senador que mandaria criar uma sala para ele na pasta.

A permanência na AGU também foi premeditada: o petista garante assim o foro no STF.

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