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Bretas impõe uso de tornozeleira eletrônica para filho de Mário Peixoto

STF substituiu prisão preventiva de Vinícius Peixoto, alvo da Operação Favorito, por outras medidas cautelares

Por Mariana Muniz Atualizado em 28 jul 2020, 12h10 - Publicado em 28 jul 2020, 12h04

Atendendo à decisão do STF que tirou da prisão o empresário Vinícius Peixoto, acusado de integrar um esquema de desvios na saúde do Rio, o juiz Marcelo Bretas determinou que ele passe a usar tornozeleira eletrônica e fique em casa das 20h às 6h — o chamado “recolhimento noturno”.

As medidas aplicadas pelo magistrado responsável pela Lava-Jato no Rio foram adotadas depois que o ministro Dias Toffoli substituiu a prisão preventiva de Peixoto por outras medidas cautelares.

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Vinícius é investigado ao lado do pai, o também empresário Mário Peixoto, alvo da Operação Favorito. Segundo o MPF, a organização criminosa supostamente liderada por ele desviou milhões em recursos públicos da saúde.

Além do monitoramento eletrônico e do recolhimento noturno, Bretas proíbe que o empresário mantenha contato direto ou indireto com os outros investigados, “à exceção de familiares de primeiro grau”, deixe o estado do Rio sem autorização da Justiça e faça movimentações de seu patrimônio.

 

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