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Braskem se isola de acionistas e comemora 2015

Com seus dois principais sócios, Odebrecht e Petrobras, enrolados até o pescoço na Lava-Jato, a Braskem conseguiu o que parecia impossível. Suas ações tiveram a maior valorização do Ibovespa no ano, de mais de 70%, e a petroquímica manteve o grau de investimento concedido pelas agências de rating — selo cada vez mais raro desde o rebaixamento do Brasil. Entre as principais razões […]

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 23h46 - Publicado em 30 dez 2015, 15h11
Missão impossível

Missão impossível

Com seus dois principais sócios, Odebrecht e Petrobras, enrolados até o pescoço na Lava-Jato, a Braskem conseguiu o que parecia impossível. Suas ações tiveram a maior valorização do Ibovespa no ano, de mais de 70%, e a petroquímica manteve o grau de investimento concedido pelas agências de rating — selo cada vez mais raro desde o rebaixamento do Brasil.

Entre as principais razões para o bom desempenho está a internacionalização da companhia: hoje, cerca de 50% das receitas vem de fora, e o preço da maioria das resinas é dolarizado.

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