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Radar Por Gabriel Mascarenhas (interino) Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Brasil perde mais duas posições em ranking de países com melhor reputação

Alemanha mantém primeiro lugar pelo quarto ano consecutivo no estudo da Ipsos.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 4 nov 2020, 13h20 - Publicado em 5 nov 2020, 06h02

Não chega a ser uma grande surpresa a nova queda do Brasil no ranking global da Ipsos que avalia a reputação dos países como se fossem marcas. A edição de 2020 do Anholt-Ipsos Nation Brands Index (NBI) colocou o Brasil no 29º lugar entre 50 nações, numa tendência que se arrasta após 2015, quando atingiu o 20º lugar. Em 2019, o Brasil ficou em 27º no NBI; já em 2018, alcançou o 25º lugar.

Para o ranqueamento geral, o NBI avalia a reputação de cada nação em seis campos: exportação, governança, cultura, pessoas, turismo e imigração & investimentos. O Brasil se saiu melhor em cultura, ficando entre os dez primeiros. Segundo o NBI, o ponto forte do país nessa categoria são os “esportes”, ao passo que “herança cultural” é um ponto fraco.

Em contrapartida, em governança o resultado brasileiro ficou entre os dez piores – sendo a força “paz & segurança” e a fraqueza “competência & honestidade”. Em turismo, “belezas naturais” são aspectos positivos e “construções históricas”, negativos, ao passo que no campo pessoas o “acolhimento” é força e “empregabilidade” é fraqueza.

A Alemanha se consolidou como o país com melhor reputação pela sexta vez, sendo quatro delas consecutivas – nas quatro últimas edições do NBI. O Reino Unido, que saltou da quarta posição, em 2019, para a segunda posição, em 2020, vem logo atrás. O Canadá completa o pódio. Consolidam o top 10 Japão, França, Itália, Suíça, Austrália, Suécia e Estados Unidos, respectivamente.

A pesquisa on-line foi realizada com 20.019 pessoas de 50 países entre o período de 07 de julho e 31 de agosto de 2020.

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