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‘Bolsonaro fere instituições e o equilíbrio entre os poderes’, diz PSL

Partido que elegeu Bolsonaro pediu para que a sociedade civil se erga contra 'tramas autoritárias'

Por Mariana Muniz 26 fev 2020, 13h23

Em postagens nas redes sociais, o PSL, ex-partido de Jair Bolsonaro, se uniu ao coro dos críticos ao apoio do presidente e afirmou que o presidente ataca a democracia ao defender as manifestações do dia 15 de março contra o Congresso”. O partido ainda abriga um dos filhos do chefe do Executivo, Eduardo Bolsonaro, e parlamentares que são fieis ao presidente.

A legenda também criticou o uso indevido das Forças Armadas para convocar o ato e pediu para que a sociedade civil, o Parlamento e líderes legitimamente eleitos se ergam “contra tramas autoritárias que se destinam a tolher os maiores valores do povo brasileiro – a liberdade e a democracia”.

“Quem convoca para a manifestação ainda usa indevidamente a imagem das Forças Armadas, uma força de Estado, não de governo. Bolsonaro abusa de um comportamento recorrente: em vez de debater assuntos urgentes à população e costurar o apoio às reformas, gasta energia com tentativas de desqualificar o Parlamento e o Supremo Tribunal Federal. O PSL estará sempre ao lado da democracia e da República”, diz o texto.

O partido, do qual Bolsonaro fazia parte quando foi eleito, afirma no texto que o Congresso “é tão legítimo quanto a instituição da presidência da República”.  A desfiliação de Bolsonaro do PSL aconteceu em novembro de 2019, motivada por uma disputa pelo comando da legenda.

 

 

 

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