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Bolsonaro estuda retomar tradição descartada por Lula no Planalto

No último dia de mandato, petista revogou decreto de Médici sobre o hasteamento do Pavilhão Presidencial

Por Robson Bonin 28 jun 2019, 10h02

Para acobertar as tantas agendas sigilosas do governo petista, no último dia de mandato de Lula no Planalto, o presidente revogou um decreto de 1972 do então presidente Emílio Garrastazu Médici que guardava uma das liturgias mais tradicionais da Presidência.

A norma estipulava que a bandeira nacional e a bandeira verde com o brasão da República, chamadas de Pavilhão Presidencial, deveriam ficar hasteadas sempre que o chefe de Estado estivesse no Palácio do Planalto ou no Palácio da Alvorada. Se o presidente deixasse o lugar, o Pavilhão Presidencial deveria ser retirado de imediato.

Recentemente, Jair Bolsonaro ordenou que a equipe técnica do seu gabinete volte a estudar o retorno da regra detestada pelos petistas por “denunciar” aos jornalistas quando o presidente está ou não no palácio.

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