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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bolsonaro e comitiva que foi à ONU farão cinco dias de isolamento

Segundo o governo, período passa a contar a partir da última interação com o ministro Queiroga, que testou positivo para a Covid-19 na terça

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 22 set 2021, 17h56 - Publicado em 22 set 2021, 17h44

O governo de Jair Bolsonaro divulgou há pouco que o presidente e seus auxiliares que o  acompanharam na viagem à Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, irão cumprir cinco dias de isolamento antes de voltarem com suas atividades normais.

Este prazo começa a correr a partir da última interação dos integrantes da comitiva com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que testou positivo para a Covid-19 nesta terça. Quem confirmou a informação foi o secretário de Comunicação da Presidência, André Costa. 

Ele disse que o protocolo de cinco dias de isolamento está previsto no Guia de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde e só será posto em prática em razão de todos os integrantes da comitiva, inclusive o ministro infectado, estarem assintomáticos.  

Inicialmente, a Anvisa havia divulgado que o protocolo a ser adotado seria o de uma quarentena de 14 dias. 

Em pronunciamento na tarde desta quarta, contudo, o secretário de comunicação afirmou que os integrantes irão fazer um teste PCR quando findar o prazo de cinco dias desde a última interação com Queiroga, que ocorreu “entre sábado e domingo”. Caso testem negativo, poderão sair do isolamento, afirmou Costa.

Queiroga já foi vacinado com as duas doses da vacina contra a Covid-19. Na mensagem em que divulgou seu diagnóstico para a doença, ele comunicou que faria isolamento de 14 dias nos EUA antes de voltar ao Brasil. O restante da comitiva voltou ao país nesta quarta-feira.

O Radar apurou que o pronunciamento desta quarta deveria ter sido feito em conjunto entre o ministro interino da Saúde e técnicos da Anvisa. O governo acabou decidindo mandar somente o secretário de comunicação. 

Conforme esta coluna mostrou nesta quarta, Bolsonaro interagiu sem máscara com Queiroga diversas vezes durante a viagem à Nova York e o Planalto teve que cancelar uma visita do presidente à Ponta Grossa, no Paraná, prevista para esta sexta-feira.

 

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