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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bolsonaro diz que é ‘quase impossível’ ter fraude na urna eletrônica

Participação das Forças Armadas em comissão de auditoria do TSE vai garantir segurança nas eleições, afirmou presidente

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 22 nov 2021, 12h05 - Publicado em 22 nov 2021, 11h48

Batalha “perdida” de Bolsonaro, o voto impresso foi enterrado de vez pelo governo e por aliados. Nesta segunda-feira, o presidente voltou a admitir, a apoiadores, que a urna eletrônica é quase 100% segura.

“O ideal é o voto no papel, impresso, mas agora fica quase impossível uma fraude, porque partimos do princípio de que não vai virar cooptação de militar nessa questão”, disse a apoiadores na saída do Palácio do Alvorada.

Bolsonaro defendeu que a força-tarefa de auditoria instituída pelo TSE com dez instituições — entre elas as Forças Armadas — para as eleições do ano que vem vão garantir a segurança do voto.

“Nós vamos participar da primeira fase, do código-fonte, até a sala secreta. Não vai ter problema”, afirmou.

Ao comentar, porém, a suspensão das prévias do PSDB devido a falhas no aplicativo do partido, Bolsonaro atribuiu a “confusão” ao voto eletrônico.

“Vocês viram a confusão ontem? Não vou falar disso, porque eu não tenho nada a ver com outro partido. Mas deu uma confusão em São Paulo ontem. É o tal do voto eletrônico”, disse aos apoiadores.

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