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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Banco nacional de DNA alcança marca de 100 mil registros de condenados

Em três anos, número de cadastros desse grupo cresceu mais de 14 vezes

Por Gustavo Maia Atualizado em 24 nov 2021, 18h43 - Publicado em 25 nov 2021, 07h30

A Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, uma espécie de banco nacional de DNA, chegou à marca de 100 mil materiais genéticos de indivíduos condenados criminalmente. O projeto é coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O número representa um aumento de 14 vezes com relação ao registrado no início de 2019, quando havia pouco menos de 7 mil perfis de condenados.

Ao todo, são mais de 127 mil perfis cadastrados na rede entre locais de vestígios, referências de pessoas desaparecidas, restos mortais não identificados, condenados e identificados criminalmente.

Desde 2019, o ministério investiu cerca de 150 milhões de reais no banco de perfis genéticos, que foi criado em 2013 e já auxiliou em mais de 2,8 mil investigações criminais no Brasil até o momento.

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