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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia e Mariana Muniz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

As prioridades do novo chanceler: saúde, economia e meio ambiente

Carlos Alberto França assume Itamaraty prometendo focar no que interessa: pandemia, ampliação de negócios e mudança na imagem do país na área ambiental

Por Gustavo Maia 6 abr 2021, 11h37

Apesar de agradecer ao antecessor, Ernesto Araújo, pelo apoio na transição, o novo chanceler, Carlos Alberto França, evidenciou as diferenças com o ex-ministro das Relações Exteriores no seu discurso de posse nesta terça-feira. Começou destacando que o momento é de urgências, e que terá sua missão mais imediata no combate à pandemia da Covid-19. Vale lembrar que o olavista que o antecedeu já chamou a doença de “comunavírus”.

“As Missões diplomáticas e Consulados do Brasil no exterior estarão cada vez mais engajados numa verdadeira diplomacia da saúde”, declarou França, que se comprometeu a intensificar a articulação das ações em curso e garantir “maior articulação” com o Congresso Nacional. Ernesto caiu em desgraça justamente ao bater de frente com o Legislativo.

As outras urgências, segundo o novo chanceler, são a econômica e a do desenvolvimento sustentável, climática. “Não se trata de negar os desafios, que obviamente persistem. O fato é que o Brasil, em matéria de desenvolvimento sustentável, está na coluna das soluções”, disse o novo ministro. França apontou que o diálogo será essencial para responder aos desafios que lhe foram impostos.

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