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As esperanças de Witzel depositadas nas mãos de Toffoli

Antes de ter seu afastamento analisado na Corte Especial do STJ, governador afastado tenta retomar o cargo pelo STF

Por Mariana Muniz Atualizado em 31 ago 2020, 13h43 - Publicado em 31 ago 2020, 12h52

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, é quem irá julgar o pedido do governador afastado do Rio, Wilson Witzel (PSC), para tentar reverter a decisão do ministro Benedito Gonçalves, do STJ, que o tirou do cargo por 180 dias.

O caso foi distribuído para Toffoli pelo fato de o recurso apresentado se tratar de uma “suspensão de liminar” — cuja competência para apreciar é sempre do presidente da Corte.

Alvo da Operação Tris in Idem na última sexta-feira, Witzel foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sob a acusação de receber propinas lavadas pelo escritório da mulher, Helena, para beneficiar organizações sociais em contratações do Estado — sobretudo na área da Saúde. 

Nesta quarta-feira, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça, formada pelos 15 ministros mais antigos do tribunal, vai analisar se ratifica, ou não, a decisão de Gonçalves que determinou o afastamento de Witzel. A tendência, segundo o Radar apurou, é que o colegiado mantenha a determinação.

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