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Aposentadoria de Janot frustra planos de candidatos à sucessão de Dodge

Disputa acirrada

Por Pedro Carvalho 25 abr 2019, 18h40

A aposentadoria de Rodrigo Janot, publicada hoje no Diário Oficial da União, é uma ducha fria para os candidatos à PGR do mesmo grupo politico, Vladimir Aras, Lauro Cardoso e Blal Dalloul.

Na ativa, ele poderia circular pela instituição, pedir voto. Aposentado, ainda que ele apoie um ou outro candidato, perde-se a dinâmica que um procurador da ativa tem.

O apoio do ex-PGR que sancionou a Lava Jato e travou um combate público com o ex-presidente Michel Temer era o principal trunfo eleitoral do grupo, todos candidatos à listra tríplice da associação de procuradores.

Há 2 meses, Janot deu sinais de que desistiria da aposentadoria em função de supostos processos em curso contra ele no próprio MPF, tendo à frente Raquel Dodge, atual procuradora, de quem Janot é desafeto.

Nas últimas semanas, duas candidaturas de adversários de Janot cresceram no entorno do Planalto: a do subprocurador Augusto Aras, primo de Vladimir e contrário à lista tríplice, e a da própria Raquel Dodge, que sonha com à recondução.

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