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Após liberdade de Crivella, outros suspeitos de ‘QG da propina’ vão ao STF

Ex-prefeito do Rio teve prisão domiciliar revogada pelo ministro Gilmar Mendes

Por Mariana Muniz Atualizado em 15 fev 2021, 17h07 - Publicado em 16 fev 2021, 10h30

Alvo da operação que investiga o chamado “QG da Propina” durante a gestão de Marcelo Crivella na prefeitura do Rio, o empresário e pastor Adenor Gonçalves dos Santos também quer ser colocado em liberdade pelo ministro Gilmar Mendes. 

Nesta segunda-feira a defesa do aliado de Crivella pediu ao STF que o benefício concedido ao ex-prefeito do Rio na última sexta-feira seja extendido ao Santos, ex-controlador da Galileo Educacional, mantenedora da falida Gama Filho. 

Os advogados do pastor alegam “inequívoca a situação juridicamente idêntica de Adenor Gonçalves à de Marcelo Bezerra Crivella”. Adenor cumpre prisão domiciliar desde dezembro de 2020, por decisão do STJ.

Crivella é acusado pelo Ministério Público do Rio de chefiar esquema de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude a licitação e peculato.

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