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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Alckmin indica o que será sua campanha: bater em Doria

Ex-governador não citou tucano, mas atacou constantemente a política de aumento de impostos do governo de São Paulo

Por Laísa Dall'Agnol Atualizado em 19 out 2021, 23h50 - Publicado em 19 out 2021, 18h48

Em evento do Sindicato dos Hospitais de São Paulo, nesta terça, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) criticou o aumento de impostos conduzido por João Doria (PSDB) durante a pandemia.

Ainda com destino incerto — mas já de saída do partido e de olho em siglas como PSD e o recém-criado União Brasil –, Alckmin lidera as últimas pesquisas de intenção de voto para o Palácio dos Bandeirantes.

“Quero dizer o que não vou fazer, que é aumentar impostos. Em plena pandemia, você aumentar todos os impostos da saúde, remédios, insumos, próteses, até cadeira de rodas, não é razoável. Com o aumento da carga tributária, você acelera a inflação”, declarou durante conversa com empresários e representantes do setor privado de saúde.

Alckmin, que recentemente reativou as redes sociais e tem intensificado as agendas públicas de compromissos, foi chamado de “candidato” pela plateia, e questionado sobre os planos para a saúde pública e possíveis parcerias privadas caso eleito.

Também se debruçou sobre os problemas do estado e do país e relembrou feitos como governador de São Paulo por quatro mandatos.

“O país ficou muito caro. Quem vive aqui, consome pouco. O carro mais baratinho é 50 mil reais. Como que vai exportar? Não tem competitividade. Só exporta minério e soja. O país precisa de agenda de competitividade, reforma tributária, administrativa, desburocratização”, declarou.

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