Clique e Assine a partir de R$ 7,90/mês
Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Acordo simplificado

Depois de ser adiado em três anos, o acordo ortográfico previsto para 2016 pode não entrar em vigor tal como está. Comissões em Brasil, Portugal, Moçambique e Angola trabalham para simplificar o modelo e torná-lo mais lógico e abrangente, com menos regras e exceções. Os usos do trema, do “x” e do hífen do acordo […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 04h50 - Publicado em 9 dez 2013, 07h53
mudanças

Pimentel: ordem é simplificar

Depois de ser adiado em três anos, o acordo ortográfico previsto para 2016 pode não entrar em vigor tal como está. Comissões em Brasil, Portugal, Moçambique e Angola trabalham para simplificar o modelo e torná-lo mais lógico e abrangente, com menos regras e exceções. Os usos do trema, do “x” e do hífen do acordo atual estão na mira.

Nos dois países africanos o acordo não foi ratificado, como em Brasil e Portugal, mas por aqui a Comissão de Educação, Ciência e Cultura do Senado, da qual o professor Ernani Pimentel é um dos integrantes, tem um abaixo-assinado que contém aproximadamente 30 000 assinaturas a favor de um modelo mais simples.

O movimento pelo novo acordo disponibilizou o endereço www.simplificandoaortografia.com.br para submeter às populações as possíveis mudanças. Em setembro de 2014 um simpósio vai discutir as propostas de simplificação e unificá-las para, em outubro, portanto 13 meses antes da vigência da reforma, entregá-las às autoridades de cada país. Explica Pimentel:

– Algumas regras do acordo atual não têm cabimento. Um modelo mais lógico vai reduzir o tempo do ensino da ortografia de 400 horas a 150 horas. Sobra mais tempo para ensinar interpretação de texto, por exemplo.

Continua após a publicidade

Publicidade