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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A volta de André Moura para o governo de Wilson Witzel

Demitido pelo Diário Oficial, ex-deputado retorna para tentar salvar impeachment do governador

Por Mariana Muniz Atualizado em 23 jul 2020, 22h18 - Publicado em 23 jul 2020, 22h11

Veja como, na política, não há mágoa que dure para sempre nem projeto de poder que não possa voltar a ser compartilhado.

Em maio, Wilson Witzel apunhalou seu principal soldado no governo, o então chefe da Casa Civil, André Moura, ao demiti-lo no fim de um dia em que havia despachado com ele até minutos antes de o diário oficial oficializar sua queda.

Detonado pelo então influente conselheiro do governador, Lucas Tristão, Moura ficou sabendo da exoneração ao ler a nota postada em primeira mão pelo Radar.

A queda de Moura, que havia costurado naquela semana um acordão com o presidente da Alerj para enterrar o impeachment de Witzel, acabou por jogar o governador aos leões. De aliado, Moura passou a integrante do grupo que enfraquecia o governador dia após dia.

Mas nada como o tempo e acertos de bastidores para apagarem traições e conflitos passados. Nesta quinta, os caminhos de Moura e Witzel voltaram a se cruzar. Como mostrou o jornal Extra, o ex-auxiliar varrido do governo decidiu voltar.

Está, segundo fontes, no Palácio Guanabara retomando o trabalho de onde havia parado. Salvar o governador da forca.

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