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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A trava do STF nas investigações de lavagem e a resposta de Moro

Grupo liderado pelo Ministério da Justiça anuncia medidas contra corrupção na semana em que Corte avalia ações de Toffoli

Por Robson Bonin Atualizado em 19 nov 2019, 14h56 - Publicado em 18 nov 2019, 21h22

Enquanto o STF se prepara para julgar o atraso em centenas de investigações criminais causado, país afora, pela decisão de Dias Toffoli de travar apurações com dados do antigo COAF, os órgãos que integram a Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) apresentam nesta semana medidas que endurecem ainda mais o combate à lavagem de dinheiro e à corrupção.

O grupo liderado pela pasta de Sergio Moro criou um canal disponível no exterior (plataforma FalaBR, de iniciativa da Controladoria Geral da União) para denúncias ao Brasil de empresas brasileiras que atuam no exterior e que tenham realizado atos de corrupção e de suborno. Ele também interligou instituições públicas e privadas com a CGU. Essas instituições têm obrigação de comunicar as autoridades, caso identifiquem indícios de corrupção por parte de empresas brasileiras que atuam no exterior.

Os cartórios brasileiros, por exemplo, foram incluídos nessa rede de instituições que combatem o crime. Assim, operações registradas em cartório e que levantarem suspeitas de lavagem de dinheiro ou financiamento do terrorismo devem agora ser comunicadas à Unidade de Inteligência Financeira (UIF).

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