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A surpresa brasileira

Pelo menos um grande gestor internacional de fundos não está tão pessimista assim com o Brasil de 2015. E não é qualquer gestor, mas o americano Blackstone, um dos maiores do planeta. Seu vice-presidente Byron R. Wien acaba de lançar sua tradicional lista de surpresas na economia mundial para o ano que entra, uma tradição […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 02h22 - Publicado em 8 jan 2015, 15h06
A Blackstone não está tão cética com ela

O Blackstone não está tão cético com ela

Pelo menos um grande gestor internacional de fundos não está tão pessimista assim com o Brasil de 2015. E não é qualquer gestor, mas o americano Blackstone, um dos maiores do planeta.

Seu vice-presidente Byron R. Wien acaba de lançar sua tradicional lista de surpresas na economia mundial para o ano que entra, uma tradição de 29 anos. E o Brasil entra nele – e bem na foto.

Eis o que diz Wien:

– O Brasil proporciona uma surpresa favorável no mercado emergente. A presidente Dilma Rousseff abandona algumas de suas ideias socialistas de longa data e se move para o centro. Introduz uma série de políticas favoráveis ​​aos negócios e a economia melhora . O Brasil é mais ajudado do que prejudicado pela queda do preço do petróleo e se torna o favorito dos investidores dos mercados emergentes mais uma vez.

Para Wien, uma “surpresa” é aquele acontecimento que o investidor médio prevê no máximo 30% de chance de se concretizar mas que ele avalia ser de mais de 50% essa possibilidade.

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