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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A meta do PSL nas eleições municipais? Eleger mais mulheres

Programa Seja Eleita reúne mais de dez mil interessadas em fazer política.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 2 set 2020, 11h32 - Publicado em 2 set 2020, 15h32

Se depender do entusiasmo da presidente do PSL Mulher, a senadora Soraya Thronicke (MS), o que não vai faltar nas eleições deste ano é candidata mulher concorrendo pelo partido – seja para o posto de vereadora ou prefeita.

“Não queremos obrigar ninguém, é uma questão de ocupar estes espaços”, destaca a senadora do partido pelo qual Jair Bolsonaro se elegeu presidente em 2018 – e depois saiu, em novembro de 2019. Apesar de serem maioria do eleitorado brasileiro, a representatividade das mulheres ainda é pequena na política.

O trabalho de formiguinha do partido ganhou fôlego no dia 29 de agosto e se repetirá neste sábado. É quando mais de dez mil pré-candidatas ao pleito deste ano participam do evento online Seja Eleita, com dicas de organização, arrecadação e uso de redes sociais.

A senadora brinca com as cotas, sugerindo que poderia ser o contrário: 70% de mulheres e 30% de homens. Hoje a legislação prevê uma quota de 30% de candidaturas de mulheres. “Um país evoluído não precisa de cota, não há essa necessidade. Mas ainda não temos essa maturidade”, explica a senadora.

Quais os conselhos para as interessadas em ingressas na política? Capacitação e humildade. “Precisa conseguir apoio. Isso pode começar mesmo dentro da família, com o suporte do marido e dos filhos”, conta a senadora.

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