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A linha justa

Vários interlocutores de Dilma Rousseff já notaram um hábito peculiar da presidente: em reuniões fechadas no Palácio do Planalto, quando vai falar de algum tema de Previdência Social, Dilma raramente toca no nome do ministro Garibaldi Alves, preferindo citar um certo “Garibaldi Gabas”. A expressão vem a ser a união dos nomes do ministro com […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 09h06 - Publicado em 14 abr 2012, 10h34

Garibaldi aparece para o público, mas por trás dos holofotes quem faz-tudo no ministério da Previdência é o secretário-executivo Carlos Gabas

Vários interlocutores de Dilma Rousseff já notaram um hábito peculiar da presidente: em reuniões fechadas no Palácio do Planalto, quando vai falar de algum tema de Previdência Social, Dilma raramente toca no nome do ministro Garibaldi Alves, preferindo citar um certo “Garibaldi Gabas”. A expressão vem a ser a união dos nomes do ministro com o do secretário-executivo do Ministério da Previdência, Carlos Eduardo Gabas. A explicação para a suposta confusão é simples: quem conhece o governo de perto sabe que, na realidade, Gabas é o faztudo do ministério. Garibaldi é o garantidor político da linha justa.

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