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A indústria brasileira de armas vibrou com derrota de Bolsonaro no Senado

Matéria permitia a importação de armamentos e outros produtos estrangeiros com regime de licenciamento automático

Por Robson Bonin - Atualizado em 20 jun 2019, 17h46 - Publicado em 19 jun 2019, 15h03

Se não tivessem caído no Senado, os decretos de armas de Jair Bolsonaro poderia ter causado um estrago na indústria de defesa brasileira.

É que o artigo 45 de uma das matérias permitia a importação de armamentos e outros produtos estrangeiros com regime de licenciamento automático, ou seja, o produto já estaria apto a ser vendido no mercado.

Enquanto isso, as empresas brasileiras levam até dois anos sofrendo para análise a aprovação dos produtos pelo Exército. As empresas estrangeiras recebem pagamento via carta de crédito do governo, o que significa risco zero de inadimplência e sem sofrer com a variação cambial.

ATUALIZAÇÃO, 20/6/2019: A Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (ANIAM) encaminhou a seguinte nota ao Radar: “Informamos que a indústria brasileira de armas não vibrou com a derrota de Bolsonaro no Senado, que o conteúdo divulgado não foi fornecido por nenhuma pessoa da entidade e não condiz com o posicionamento do setor. A ANIAM esclarece que não foi procurada pelo veículo e solicita a retratação da informação publicada”.

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O Radar reafirma o conteúdo publicado, pautado no entendimento de fabricantes do setor.

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