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A indústria brasileira de armas vibrou com derrota de Bolsonaro no Senado

Matéria permitia a importação de armamentos e outros produtos estrangeiros com regime de licenciamento automático

Se não tivessem caído no Senado, os decretos de armas de Jair Bolsonaro poderia ter causado um estrago na indústria de defesa brasileira.

É que o artigo 45 de uma das matérias permitia a importação de armamentos e outros produtos estrangeiros com regime de licenciamento automático, ou seja, o produto já estaria apto a ser vendido no mercado.

Enquanto isso, as empresas brasileiras levam até dois anos sofrendo para análise a aprovação dos produtos pelo Exército. As empresas estrangeiras recebem pagamento via carta de crédito do governo, o que significa risco zero de inadimplência e sem sofrer com a variação cambial.

ATUALIZAÇÃO, 20/6/2019: A Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (ANIAM) encaminhou a seguinte nota ao Radar: “Informamos que a indústria brasileira de armas não vibrou com a derrota de Bolsonaro no Senado, que o conteúdo divulgado não foi fornecido por nenhuma pessoa da entidade e não condiz com o posicionamento do setor. A ANIAM esclarece que não foi procurada pelo veículo e solicita a retratação da informação publicada”.

O Radar reafirma o conteúdo publicado, pautado no entendimento de fabricantes do setor.

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