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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A equação de Rodrigo Maia para manter candidatura a presidente

Chegar em agosto com 5% das intenções de votos e amparado por uma coligação

Por Gabriel Mascarenhas 6 mar 2018, 09h15

Hoje, Rodrigo Maia é candidatíssimo a presidente da República. Isso já se sabe e será reforçado na quinta-feira, dia da convenção nacional do DEM.

Como disse em uma entrevista recente, porém, ele topa correr riscos, mas não se prestará a uma aventura.

Mas o que o presidente da Câmara considera uma aventura e quais riscos pretende correr?

Nas contas do próprio Maia, é o seguinte: se chegar em agosto, quando o DEM baterá o martelo definitivamente sobre candidaturas, com 5% das intenções de votos e tiver o apoio de três partidos médios, ninguém o tirará da disputa.

Caso fique amarrado ao patamar de 1% ou 2% das pesquisas, reverá seu plano de chegar ao Palácio do Planalto e deverá concorrer à reeleição.

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