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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Evandro Éboli, Mariana Muniz e Manoel Schlindwein. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A dura missão de Davi Alcolumbre para controlar o populismo dos colegas

Emendas de parlamentares de 14 partidos defendem dobrar auxílio para 600 reais.

Por Manoel Schlindwein Atualizado em 11 set 2020, 12h31 - Publicado em 11 set 2020, 07h01

A medida provisória que estende por mais quatro meses o auxílio emergencial recebeu ao todo 262 emendas do Congresso Nacional. Em comum, o interesse de 46 parlamentares: manter o valor do benefício em 600 reais – e não cortá-lo pela metade, como apresentou o presidente Jair Bolsonaro.

O pedido é feito por 39 deputados e 7 senadores e dá a dimensão da dificuldade que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, terá para segurar os colegas perdulários na discussão do auxílio emergencial.

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros, não se assusta: “Esse povo apresenta a emenda para fazer propaganda eleitoral nas redes. Não tem chance de dar mais que 300 reais”, diz.

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