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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

VEJA Mercado: À espera da inflação, bolsa bate novo recorde

Aéreas e bancos ajudam a puxar a alta

Por Diego Gimenes 7 jun 2021, 18h13

VEJA Mercado fechamento, 7 de junho.

Enquanto os dados da inflação não chegam, a bolsa bate o sexto recorde consecutivo já marcando a maior série de altas desde 2018. Mesmo com a bolsa meio morosa, o  índice Ibovespa fechou em alta de 0,5%, a 130.776 pontos.  A alta das ações de bancos como Itaú Unibanco (2,35%) e Bradesco (1,25%) reforçam o bom momento da bolsa brasileira e o apetite do investidor estrangeiro. “Os bancos são os queridinhos do investidor externo. O movimento de alta hoje foi muito mais de de continuidade do que de algum acontecimento específico”, diz Rodrigo Knudsen, gestor da Vitreo.

A semana será cheia de indicadores importantes, como a inflação brasileira medida pelo IPCA na quarta-feira e os dados de inflação americana, na quinta-feira. A depender dos resultados, os índices podem mexer como humor do investidor.

Apesar de a bolsa não ter subido tanto, as ações das áreas tiveram forte alta. A maior alta do dia foi Azul, que subiu 5,57% após a recomendação de compra anunciada pelo Bradesco BBI, que acredita numa oferta de compra da Latam Brasil pela companhia de John Rodgerson em até 90 dias. Mas a Latam nega.  A Gol (3,93%) também subiu, mas por conta  dos dados preliminares da malha aérea de maio, que apontaram um aumento de 65% na demanda por voos em relação a abril e um crescimento de 55% na oferta, além da taxa de ocupação das aeronaves a 88%. “Estamos falando de um setor que ainda está atrasado na retomada e com operação atrelada à imunização da população”, analisa José Francisco Cataldo Ferreira, superintendente research da Ágora Investimentos.

 

+VEJA Mercado: Ações da Azul disparam mesmo com Latam negando estar à venda

 

 

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