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Setor privado ganha voz em discussões sobre comércio exterior no governo

"Precisávamos trazer os entes privados para as discussões", diz a secretária-executiva adjunta da Camex, Ana Paula Repezza

Por Victor Irajá 21 dez 2020, 16h08

A Câmara de Comércio Exterior, a Camex, lotada no Ministério da Economia, vem se movimentando para atrair o setor privado para as discussões sobre as políticas de importação e exportação do país. A secretaria, sob o guarda-chuva do ministro Paulo Guedes, reativou o Conselho Consultivo do Setor Privado, o Conex, para inserir empresários no cerne das decisões de comércio exterior do país. A reconstrução do órgão envolve ouvir dos investidores as demandas e necessidades setoriais. “Precisávamos trazer os entes privados para as discussões, desde grandes companhias a representantes dos pequenos produtores”, diz a secretária-executiva adjunta da Camex, Ana Paula Repezza. 

Estão representados no conselho membros de diversos nichos, representando suas áreas de atuação. Entre elas, Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Luigi Nese, da Confederação Nacional de Serviços (CNS), e João Martins, que preside a Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Entre as empresas, estão representadas a Embraer, pelo presidente Francisco Gomes Neto, e a Stefanini, de produtos de informática. A secretária exalta ainda a participação do setor de games no colegiado, pela Oktagon Games. “Quem imaginaria que um setor como este estaria, um dia, representado no setor público, sendo ouvido”, comemora.

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