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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Se sair, novo auxílio emergencial terá o custo de uma fração do original

Critérios para concessão do benefício e valor mais baixo reduzem significativamente o impacto do novo programa

Por Machado da Costa Atualizado em 5 mar 2021, 09h51 - Publicado em 8 fev 2021, 09h29

As pressões continuam para que haja algum tipo de extensão do novo auxílio emergencial. E, para conter o custo, a equipe econômica decidiu fazer uma nova rodada de ajustes no programa para reduzir o valor pago e também o número de pessoas a receber o benefício. Assim, o valor deve ser reduzido para 200 reais e há a ideia de obrigar os beneficiários a se matricular em um curso profissionalizante — como noticiou em primeira mão a Folha de S.Paulo. A meta é que o novo auxílio custe bem menos de 10 bilhões de reais por mês, menos de um quinto, ou até um décimo, do custo mensal original do programa.

Dois problemas desse programa que o Ministério da Economia espera que não percebam: 1) 200 reais é pouco mais do que o Bolsa Família e só teria impacto na economia se abarcasse um contingente grande de pessoas; 2) em muitas das cidades que mais dependeram do auxílio emergencial em 2020 não há unidades federais de educação profissional.

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